A Mudança de Rota no Flamengo: O Fim do Estilo Filipe Luís e o Novo Jogo de Leonardo Jardim
Fala, pessoal! O cenário tático do Flamengo passou por uma grande reviravolta nestes primeiros meses de 2026. O time parou de render sob o comando de Filipe Luís e a diretoria agiu rápido, trazendo o futebol mais vertical e direto de Leonardo Jardim. Aqui vai um resumo tático do que mudou na equipe.
Por que a tática antiga parou de funcionar?
Em fevereiro, ficou evidente que o estilo de posse de bola do Filipe Luís estava esgotado. O time ficou lento, os pontas começaram a embolar o meio de campo e a defesa ficou exposta. Para se ter uma ideia, a equipe sofreu incríveis nove gols nos nove primeiros jogos do ano, mostrando uma fragilidade que não existia na temporada passada.
O Novo Flamengo de Leonardo Jardim
O novo treinador simplificou o esquema tático. Ele montou a equipe em um 4-2-3-1 bem definido e focou em jogadas rápidas para chegar ao ataque:
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A volta do Camisa 9 raiz: O esquema de movimentação do ataque mudou e o Pedro voltou a ser a grande referência fixa na área. A mudança já deu resultado rápido: ele fez quatro gols nas últimas três partidas.
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Meio-campo de passes longos: Agora, a dupla de volantes, frequentemente formada por Lucas Paquetá e Evertton Araújo (ou De La Cruz), tem a função de fazer a bola chegar rápido na frente, quebrando a marcação com lançamentos longos.
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Aceleração pelos lados: Jogadores velozes como Samuel Lino e Gonzalo Plata ganharam papéis fundamentais pelas pontas, servindo como a principal rota de escape para acelerar os ataques.
O Teste na Libertadores e o Ponto Fraco
A nova tática já foi testada na Libertadores (estamos no Grupo A com Estudiantes, Cusco e Independiente Medellín). Na estreia, o time se comportou muito bem e garantiu uma vitória sólida por 2 a 0 contra o Cusco, mesmo jogando na altitude.
Mas existe um sinal de alerta claro na defesa. O estilo do Jardim exige que laterais como Varela e Ayrton Lucas (ou Alex Sandro) ataquem bastante. Isso acaba deixando espaços perigosos nas costas deles. Quando o Flamengo perde a bola, os zagueiros Léo Ortiz e Léo Pereira ficam sobrecarregados, tendo que correr para cobrir esses buracos contra os contra-ataques adversários.
Como vocês avaliam essa mudança?
Acreditam que o estilo mais rápido e direto do Leonardo Jardim tem força para bater de frente com os times que se fecham atrás (bloco baixo) na Libertadores, ou a nossa defesa vai acabar sofrendo muito nos contra-ataques? Deixem suas leituras táticas aí nos comentários!